Blog do KinG

Golden Masters - Todos os Masters 1000

Há muitos anos venho acompanhando tênis. Dizem que foi durante a era Guga que comecei. Porém, estão equivocados.

Comecei a acompanhar a bola amarela na época dos duelos entre Sampras x Agassi. Contudo, isso é pauta para um post muito maior à frente.

Desde sempre os números e os feitos é o que conta: todos os Grand Slams, todos os Grand Slams com ATP Finals, todos os Grand Slams com Finals e medalha olímpica, todos os GSs com Finals, medalha olímpica e Davis... e por aí ia.

IA!

O feito é tão espetacular que durante todo esse tempo, ninguém sequer cogitou a possibilidade. Só que hoje, HOJE foi o dia.

Depois de 5 vice campeonatos, o terráqueo mais mortal deu um dos maiores passos para conquistar sua imortalidade. Conseguiu o que durante toda a existência do tênis não era cogitável.

NOVAK DJOKOVIC VENCEU TODOS OS MASTERS 1000!!! O feito por si só é tão absurdo que vou encurtar o post para não deixar transparecer mais ainda minha paixão.



Concluo dando os parabéns pro tenista mais completo que já vi pisar no planeta habitável do sistema solar.

Não!

Tenho mais.

Não dou apenas os parabéns, mas agradeço imensamente por fazer meus domingos mais felizes.

Te agradeço profundamente, Novak. @djokernole

Parabéns, campeão.

Wimbledon 2018

Há semanas, quando a possibilidade começou passar de ínfimos pontos percentuais, só uma música (uma das minhas favoritas), vinha à cabeça: "Foram-se os dias, manhãs, tardes e noites a esperar". Porque esperei. E esperei muito!

Em meio à críticas, questionamentos e dúvidas. Muitas dessas totalmente destrutivas.

Lia e ouvia algo bem doloroso: "Lixo!", "Está na hora de se aposentar!", "Esse já deu o que tinha que dar!", "Agora só falta enterrar!". E isso me doía. Me machucava de uma maneira que as palavras não serão capazes de reproduzir. 
Se é tão ruim, por que a destaco? Porque é preciso entender o que é superação!

Dores, cirurgias, recuperações, críticas, mudança total de comissão, questionamentos internos, falta de confiança... Isso tudo não foi suficiente para nos afastar de você, Novak. Pelo contrário!

Hoje, enquanto todos falavam da final da Copa do Mundo, eu só pensava em uma coisa: Wimbledon.

Não consegui dormi, sonhei com o título, sonhei conversando com Nole.

Ansioso levantei.

Durante o jogo, roí o resto dos poucos pontos de unha que me restavam.

A final em si não foi o que a maioria consideraria uma final de Wimbledon. Mas eu, mesmo fazendo parte do todo, não penso como tal. Eu queria o título, o tetra, a consagração. E ela veio.

Veio com um sorriso de Novak e um berro engasgado há mais de 2 anos. Um grito que fala pros críticos virem. E virem com força! Porque, mesmo com todos os julgamentos e palavras destrutivas para o sérvio, mesmo com tudo contra e só uma pessoa distante, num estado pequeno de uma região esturricada de um país tropical, eu não o abandonarei.

Nem antes, nem agora, nem nunca. Porque, me desculpe o Flamengo: Uma vez Novak Djokovic, sempre Novak Djokovic.

Parabéns, campeão.


Bird Box

Por onde começar?

Bom, vamos às plataformas e conhecer um pouco mais sobre mídia.

A Netflix é uma mídia fechada. Assim como a TV por assinatura. Como característica em comum, elas têm um público mais "esclarecido". Sendo assim, vamos avaliar como uma pessoa do público da Netflix.


O filme não tem liga, sabor, molho! Não tem nexo, contexto, enrendo! Não se sabe se é drama, aventura, suspense, comédia... (Não. Não consegui rir nem um pouco.)

A película tenta por duas horas (DUAS HORAS!) prender a atenção do expectador, tirar seu fôlego ou despertar sua curiosidade. Se vai conseguir uma das três coisas, fica a critério de cada um.

Se fosse há 20 anos, em Tela Quente e num feriado, teríamos um número expressivo de pontos de audiência. Mas estamos no terceiro milênio! Numa plataforma totalmente inovadora, mas que tem medo de mergulhos mais profundos. Não a toa traz uma famosíssima atriz para o papel mais importante. Porém, Netflix, me perdoe, nem a atuação razoável de Sandra Bullock salva qualquer coisa próximo de assistível de Bird Box.


A fotografia e o som quase deixam a nota próximo da média, mas por falta de tempero e fidelidade ao que um mundo colapsado exige, leva um 4.3.

Se eu recomendaria pra algum amigo?! Só pra dois tipos de amigos. Os que são muito próximos ao ponto de entender uma trollada de perca de 2 horas em frente a uma tela ou praqueles que deixariam eu assistir novamente. Só que dessa vez, com uma venda nos olhos.