Blog do KinG

Reciclagem Musical, a gente vê por aqui.

Geralmente trago um vídeo tosco que fez sucesso na internet por ser ruim. Dessa vez mostro justamente o contrário: um vídeo que tinha tudo pra ser ruim, mas faz sucesso por ser bom. Tudo depende da abordagem. É aquela velha estigma do "tudo depende do referncial".

Sabemos que nosso país tem preconceito com o forró. (Claro, o mesmo também dá motivos para isso.) Mas o que quero mostrar é que, dependendo do ritmo da música, mesmo que a letra seja uma negação, a coisa fica boa.

Que tal transformar o maior sucesso do carnaval, ♫ Vou não, quero não, posso não ♪, num clássico da MPB? Impossível? Não!! Impensável, mas executável.


Minha mulher não deixa não - Acústico



E agora? A música na sua versão "original" é uma porcaria. Já na versão MPB continua um martírio, porém já dá pra se ouvir. (Apenas ouvir, nada de avaliar.)

O Brasil está precisando de mais "garis musicais".
Assim, iremos reciclar muito lixo. Muito.

Como educar musicalmente seu filho.

Alguns posts atrás, vim criticando abertamente a safra de músicos da atualidade.
Certo, vamos entrar naquele tema de que gosto não se discute, que eu tenho um bom gosto e você também, que você escuta o que quer. Tudo bem!! Aceito sua proposta.
Amigos e sociedade tem uma boa porcentagem sobre a índole, mas cabe aos pais dar a maior parte da educação de uma pessoa.

E já que os pais tem a tarefa de formar um bom ouvinte, vamos a um treinamento que vem salvando algumas boas almas.

Como educar seu filho


É por essa e por outras que ainda acredito no Brasil.

Bipolaridade infantil.

A bipolaridade está presente na personalidade de todo mundo.
Mesmo que em menor quantidade em algumas pessoas,  variação e tendência por ambas as opções ainda está presente.

Esta explosão de dúvidas e de mudança repentina de comportamento, aparece muito naquela fase do ser humano que todos adoramdeiam adoram/odeiam: a adolescência.

É um tal de não me toque daqui, me dá carinho dali. Não fala mais comigo, e você não me liga mais. É uma maravilha tentar entender uma cabecinha dessas.

Um adolescente bipolar é até fácil de encontrar. O que dizer de um bebê então? Isso mesmo, um bebê.

Ele assiste a mãe assoar o nariz e não sabe se fica assustado ou morre de rir.
Vale a pena conferir.

Scary Baby



Penso o seguinte: se ele tem esse transtorno bipolar agora, imagina quando tiver sua primeira desilusão amorosa na teenage.